Neuroblastoma de Alto Risco no Uruguai. Onde estamos?
Introdução: O neuroblastoma é o tumor sólido extracraniano mais frequente em crianças. A proximadamente 50% dos pacientes são classificados como de alto risco considerando as características clínicas, biológicas e histológicas. Objetivo: Descrever a população atendida no Centro Hemato-Oncológíco Ped...
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Instituto Nacional de Câncer (INCA)
2018-03-01
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Series: | Revista Brasileira de Cancerologia |
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author | Fabiana Morosini Gustavo Dufort Anaulina Silveira Mariela Castiglioni Carolina Pagés Elizabeth Simón Silvana Zuccolo Andrea Incoronato Paloma Amarillo Inés Pereira Agustín Dabezies Luis Castillo |
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description | Introdução: O neuroblastoma é o tumor sólido extracraniano mais frequente em crianças. A proximadamente 50% dos pacientes são classificados como de alto risco considerando as características clínicas, biológicas e histológicas. Objetivo: Descrever a população atendida no Centro Hemato-Oncológíco Pediátrico (CHOP) do Centro Hospitalario Pereira Rossell (CHPR) com diagnóstico de neuroblastoma de alto risco, seu tratamento e sobrevida. Método: Estudo descritivo, retrospectivo, de todos os pacientes com neuroblastoma de alto risco diagnosticados no CHOP, no período entre 2001 e 2015. O Registro Nacional de Câncer Pediátrico está localizado no CHOP, bem como o Arquivo de Histórias Clínicas de todos os pacientes. Os dados são coletados e analisados pelo setor estatístico. Resultados: Foram diagnosticados 35 pacientes. Vinte (57%) eram do sexo masculino. Mediana de idade: 36,6 meses (5-93). Localização suprarrenal: 23 (66%). estádio IV 100%. Metástases, medula óssea e osso: 27 (71%). Trinta e três pacientes receberam transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH) (94%). Status prévio a TCTH, remissão completa: 19 (58%), remissão parcial: 14 (42%). incidência de mortalidade relacionada ao tratamento: 15% e de recaídas: 68%. Mediana do tempo de recaída: 15 meses (3-52). a probabilidade de sobrevida global e sobrevida livre de eventos aos cinco anos foi de 37,8% ± 8,4 e 23,8% ± 7,3 (mediana de seguimento 40 meses). Conclusão: Apesar do tratamento intensivo e medidas de suporte adequadas, o prognóstico em crianças com neuroblastoma de alto continua sendo pobre no Uruguai. é necessário incorporar novas estratégias terapêuticas que ainda não estão disponíveis em nosso meio. |
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