<b>Grafite e pichação: formas de resistência e participação juvenis?</b>
Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento teórico e uma reflexão acerca dos fenômenos da grafitagem e da pichação em relação às juventudes. Em busca de um estudo teórico mais aprofundado, foi possível encontrar diferentes linhas de pensamento indicando a existência do grafite e da picha...
Main Authors: | , , , , |
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Format: | Article |
Language: | Spanish |
Published: |
Universidade Federal de Santa Maria
2010-12-01
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Series: | Educação (Santa Maria. Online) |
Online Access: | https://periodicos.ufsm.br/reveducacao/article/view/2356 |
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author | Dirce Zan Elise Batista Maria Teresa de Arruda Campos Nathália Raggi Tatiana Lima de Almeida |
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description | Este trabalho teve como objetivo fazer um levantamento teórico e uma reflexão acerca dos fenômenos da grafitagem e da pichação em relação às juventudes. Em busca de um estudo teórico mais aprofundado, foi possível encontrar diferentes linhas de pensamento indicando a existência do grafite e da pichação, para alguns, como forma de comunicação dos jovens, para outros como forma de protesto de grupos oprimidos e ainda como uma maneira de estabelecer um status, uma marca em relação a um grupo e a construção de um sentimento de pertença. A discussão trouxe à tona o fato das diferentes juventudes que vivem por todos os cantos e encantos desse país estabelecerem uma relação de força com as cidades. Levando em conta a premissa de que onde há relações de poder há resistências, quais formas de participação juvenil existentes em nossa sociedade? Para isso, o texto ainda propõe a construção de um caminho onde o tripé participação social, cuidado de si e cuidado do outro, conjugado aos verbos inventar, resistir e criar, podem fazer toda a diferença no processo de produzir uma vida singular, ética e que pode ser apreciada e vivida como uma obra de arte.
Palavras-chave: Grafite; Pichação; Juventudes. |
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publishDate | 2010-12-01 |
publisher | Universidade Federal de Santa Maria |
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