Summary: | Neste artigo se objetiva problematizar performances imagéticas realizadas por crianças de 3 anos e o modo como essas produções atravessam o contexto em que foram criadas: uma escola de Educação Infantil e uma pesquisa de doutorado em desenvolvimento. Discutem-se os entrelaces e os revérberos das concepções de infância que direcionam a educação e a potência das imagens repletas de infância que criam possibilidades de fissurar os modos únicos e adultocêntricos de ser, estar, sentir, viver. Conclui-se que, guiadas por uma intenção ética, estética e política, as performances infantes das crianças criam possibilidades e anunciam a urgência de outras posturas ao habitar-se espaços da infância.
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