Libertad divina, posibilidad y contingencia en Duns Escoto
A vontade humana, em razão de sua indeterminação e da sua capacidade interna de produzir atos volitivos contrários e de querer objetos contrários, é aquilo que nos distingue como seres humanos em relação à natureza e nos faz semelhantes a Deus. A vontade divina, por ser infinitamente perfeita, pode,...
Үндсэн зохиолч: | |
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Формат: | Өгүүллэг |
Хэл сонгох: | deu |
Хэвлэсэн: |
Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS)
2005-01-01
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Цуврал: | Veritas |
Нөхцлүүд: | |
Онлайн хандалт: | https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas/article/viewFile/1803/1333 |
Тойм: | A vontade humana, em razão de sua indeterminação e da sua capacidade interna de produzir atos volitivos contrários e de querer objetos contrários, é aquilo que nos distingue como seres humanos em relação à natureza e nos faz semelhantes a Deus. A vontade divina, por ser infinitamente perfeita, pode, com um único ato volitivo, querer simultaneamente e produzir objetos contrários (a e -a). Portanto, Deus no mesmo instante da eternidade, pôde, com a sua potência absoluta, ter querido a e/ou -a, o que implica que pôde ter querido este mundo e/ou outro e outros mundos, que são lógica e realmente possíveis. Esta potência divina para, com um único ato volitivo, querer objetos contrários é a causa da contingência radical de todos os entes criados |
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ISSN: | 0042-3955 1984-6746 |