DOAÇÃO DE ÓRGÃOS: RESPONSABILIDADE SOCIAL NO EXERCICIO PROFISSIONAL DA ENFERMAGEM
Laís Silva GomesBianca Junker FerreiraMellisse Vasconcelos KnuppSamara Caram AnicetoPaula Cristina da Silva CavalcantiDescritores: responsabilidade social, enfermagem e transplante de órgãos.INTRODUÇÃO:Trata-se de um estudo que visa o papel da enfermagem quanto à responsabilidade social em orientar...
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Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
2010-12-01
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author | Laís Silva Gomes Bianca Junker Ferreira Melisse Vasconcelos Knupp Samara Caram Aniceto Paula Cristina da Silva Cavalcanti |
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description | Laís Silva GomesBianca Junker FerreiraMellisse Vasconcelos KnuppSamara Caram AnicetoPaula Cristina da Silva CavalcantiDescritores: responsabilidade social, enfermagem e transplante de órgãos.INTRODUÇÃO:Trata-se de um estudo que visa o papel da enfermagem quanto à responsabilidade social em orientar a população acerca de um assunto tão polêmico como a doação de órgãos.O interesse surgiu através da percepção do grupo as propagandas das redes de comunicação que era visualizado com frequência e mesmo assim a pouca conscientização do profissional de saúde na orientação do assunto. Hoje no Brasil menos da metade dos transplantes da fila de espera são feitos anualmente, sendo a principal causa de tal deficiência, a falta de doadores. Estima-se que o número de candidatos inscritos na lista de espera cresce continuamente. No ano de 2003 apenas 9,96% permanece nos dias atuais. (RAIA, 2003) Como a falta de informação pode influenciar a população? Diante desta problemática, foi traçado como objetivo, descrever a importância da enfermagem na sua responsabilidade social em orientar a população quanto à doação de órgãos. Este assunto torna-se importante na medida em que a fila de doadores aumenta a cada dia, e mesmo com as informações fornecidas pelos meios de comunicação, a população ainda se mobiliza pouco para a doação de órgão, visto os dados de transplantes anualmente ainda serem baixos. Esperamos que nosso trabalho seja fonte de conscientização para técnicos de enfermagem e enfermeiros que exercem a profissão e inspiração para futuros profissionais de saúde.OBJETIVOS:Os objetivos específicos são descrever doação de órgãos e suas implicações; discorrer sobre a responsabilidade social e sua implicação na atuação da enfermagem na orientação da doação de órgãos; levantar as principais informações em relação ao entendimento da população na conscientização da doação de órgãos.METODOLOGIA:Como metodologia trouxe um estudo quantitativo, com pesquisa de campo, onde usou-se um questionário semi-estruturado com 7 questões fechadas. Os sujeitos da pesquisa foram escolhidos aleatoriamente entre a população em geral, de ambos os sexos. Foram entrevistados 17 pessoas. A pesquisa foi realizada nas cidades de Volta Redonda e Barra Mansa, no mês de julho de 2010. Ainda usou-se artigos científicos da base de dados BVS, com as palavras chaves: transplante de órgãos, responsabilidade social e enfermagem, onde foram encontrados 20 artigos e utilizados apenas três para a construção do trabalho, pois encontravam-se em português e completos.RESULTADOS:A pesquisa mostrou que a maior parte da população compreende o assunto relacionado a doação de órgãos, devido aos meios de comunicação e não pela devida informação de profissionais de saúde. Fazem-se também como futuros doadores de órgãos, porém não é o que ocorre nos dias atuais, uma vez que o número de doadores é escasso e a fila de espera cresce continuamente.CONCLUSÃO:Concluí-se que a enfermagem torna-se importante na informação a população sobre a doação de órgãos, uma vez que este torna-se um possível fator para a falta de doadores, tendo assim futuramente resultados positivos na doação e conseqüentemente um número menor de óbitos. REFERÊNCIAS:BRASIL. Lei 9.434, de 4 de fevereiro de 1997. Disponível em http://dtr2001.saude.gov.brBOUSSO, R.S. O processo de decisão familiar na doação de órgãos do filho: uma teoria substantiva. Texto Contexto em Enfermagem, Florianópolis, Jan-Mar, 2008. Disponivel em www.scielo.brCOFEN. Resolução 292/2004. Disponível em www.cofen.org.brFERNANDES, A. Responsabilidade social e a contribuição das relações públicas. 2000. Disponível em www.portal-rp.com.brRAIA, S. Transplantes – Ética em transplantes: Bases filosóficas da ética em transplantes. Conferência para o Congresso Brasileiro de Transplantes, em Fortaleza, 2003. Disponível em http://www.abto.org.brSANTOS, M.J. e MASSAROLLO, M.C.K.B. Processo de doação de órgãos: percepção de familiares de doadores de cadáveres. Revista latino-americana em Enfermagem. Maio-junho, 2005. Disponível em www.eerp.usp.brSILVA, J. L. L. Humanização, Bioética e a doação de órgãos: questões para reflexão. 2006. Disponível em http://www.professores.uff.br/jorge/humaniz.bio.pdf.pdfSOUZA, L.M. et all. Educação em saude: uma estratégia de cuidado ao cuidador leigo. Revista latino-americana em Enfermagem. Março-abril, 2007. Disponível em www.eerp.usp.brSOUZA, M.L. et all. Subsídios para uma ética da responsabilidade em enfermagem. Texto Contexto em Enfermagem. Jan-Mar, 2005. Disponível em www.scielo.br____________________. Captação de órgãos. 2001. Disponível em www.corensp.org.br____________________. Doação de órgãos. Disponível em www.portalsaofrancisco.com.br. Acessado em maio de 2010. |
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Hoje no Brasil menos da metade dos transplantes da fila de espera são feitos anualmente, sendo a principal causa de tal deficiência, a falta de doadores. Estima-se que o número de candidatos inscritos na lista de espera cresce continuamente. No ano de 2003 apenas 9,96% permanece nos dias atuais. (RAIA, 2003) Como a falta de informação pode influenciar a população? Diante desta problemática, foi traçado como objetivo, descrever a importância da enfermagem na sua responsabilidade social em orientar a população quanto à doação de órgãos. Este assunto torna-se importante na medida em que a fila de doadores aumenta a cada dia, e mesmo com as informações fornecidas pelos meios de comunicação, a população ainda se mobiliza pouco para a doação de órgão, visto os dados de transplantes anualmente ainda serem baixos. Esperamos que nosso trabalho seja fonte de conscientização para técnicos de enfermagem e enfermeiros que exercem a profissão e inspiração para futuros profissionais de saúde.OBJETIVOS:Os objetivos específicos são descrever doação de órgãos e suas implicações; discorrer sobre a responsabilidade social e sua implicação na atuação da enfermagem na orientação da doação de órgãos; levantar as principais informações em relação ao entendimento da população na conscientização da doação de órgãos.METODOLOGIA:Como metodologia trouxe um estudo quantitativo, com pesquisa de campo, onde usou-se um questionário semi-estruturado com 7 questões fechadas. Os sujeitos da pesquisa foram escolhidos aleatoriamente entre a população em geral, de ambos os sexos. Foram entrevistados 17 pessoas. A pesquisa foi realizada nas cidades de Volta Redonda e Barra Mansa, no mês de julho de 2010. Ainda usou-se artigos científicos da base de dados BVS, com as palavras chaves: transplante de órgãos, responsabilidade social e enfermagem, onde foram encontrados 20 artigos e utilizados apenas três para a construção do trabalho, pois encontravam-se em português e completos.RESULTADOS:A pesquisa mostrou que a maior parte da população compreende o assunto relacionado a doação de órgãos, devido aos meios de comunicação e não pela devida informação de profissionais de saúde. Fazem-se também como futuros doadores de órgãos, porém não é o que ocorre nos dias atuais, uma vez que o número de doadores é escasso e a fila de espera cresce continuamente.CONCLUSÃO:Concluí-se que a enfermagem torna-se importante na informação a população sobre a doação de órgãos, uma vez que este torna-se um possível fator para a falta de doadores, tendo assim futuramente resultados positivos na doação e conseqüentemente um número menor de óbitos. REFERÊNCIAS:BRASIL. Lei 9.434, de 4 de fevereiro de 1997. Disponível em http://dtr2001.saude.gov.brBOUSSO, R.S. O processo de decisão familiar na doação de órgãos do filho: uma teoria substantiva. Texto Contexto em Enfermagem, Florianópolis, Jan-Mar, 2008. Disponivel em www.scielo.brCOFEN. Resolução 292/2004. Disponível em www.cofen.org.brFERNANDES, A. Responsabilidade social e a contribuição das relações públicas. 2000. Disponível em www.portal-rp.com.brRAIA, S. Transplantes – Ética em transplantes: Bases filosóficas da ética em transplantes. Conferência para o Congresso Brasileiro de Transplantes, em Fortaleza, 2003. Disponível em http://www.abto.org.brSANTOS, M.J. e MASSAROLLO, M.C.K.B. Processo de doação de órgãos: percepção de familiares de doadores de cadáveres. Revista latino-americana em Enfermagem. Maio-junho, 2005. Disponível em www.eerp.usp.brSILVA, J. L. L. Humanização, Bioética e a doação de órgãos: questões para reflexão. 2006. Disponível em http://www.professores.uff.br/jorge/humaniz.bio.pdf.pdfSOUZA, L.M. et all. Educação em saude: uma estratégia de cuidado ao cuidador leigo. Revista latino-americana em Enfermagem. Março-abril, 2007. Disponível em www.eerp.usp.brSOUZA, M.L. et all. Subsídios para uma ética da responsabilidade em enfermagem. Texto Contexto em Enfermagem. Jan-Mar, 2005. Disponível em www.scielo.br____________________. Captação de órgãos. 2001. Disponível em www.corensp.org.br____________________. Doação de órgãos. Disponível em www.portalsaofrancisco.com.br. Acessado em maio de 2010.http://200.156.24.158/cuidadofundamental/article/view/1167 |
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